A NRF 2026, a maior feira do varejo mundial, deixou um recado claro: o setor entrou em uma nova fase, na qual o desafio passa a ser lidar com dados, tecnologias, experiência e relacionamento com o cliente.
Ao longo do evento, a inteligência artificial dominou as principais discussões, tanto no palco quanto entre os empresários. Ao mesmo tempo, a experiência humana está cada vez mais valorizada.
Confira, no texto a seguir, algumas das principais lições que a edição deste ano deixou para o varejo.
Insights da Rock Encantech na NRF 2026
A Rock Encantech marcou presença na NRF 2026 com o VP de Inteligência e Mercado, Fernando Gibotti, o VP de Sucesso do Cliente, Marcelo Vienna, e o VP de Negócios, Ricardo Citrangulo.
Durante a viagem, a equipe participou de palestras e visitas técnicas em grandes marcas instaladas em Nova York, além de conversar com varejistas brasileiros presentes no evento.
Ao retornar da viagem, Fernando Gibotti e Marcelo Vienna se reuniram com Daniel Khouri, Diretor do Máximo Supermercados, em um webinar no qual compartilharam algumas de suas percepções sobre o evento.
“Eu percebi nesta NRF que a IA começou a se tornar transparente. Em outras palavras, ela começou a se tornar efetiva na operação do varejo mundial”, afirmou Gibotti.
Além do webinar, os executivos compartilharam alguns insights do evento em um e-book exclusivo, que apresenta cases de sucesso e análises de palestras. Acesse aqui e faça o download.
Os aprendizados da NRF 2026

Diversos assuntos ganharam destaque ao longo da NRF, com uma grande variedade de temas sendo abordados. Confira, a seguir, algumas lições que o varejista deve ficar de olho:
1 – A consolidação da IA no varejo
A inteligência artificial já foi explorada em outras edições da NRF, mas, neste ano, o foco foi na sua consolidação dentro das operações varejistas.
“Passando pelos estandes e observando as principais ofertas e soluções apresentadas pelas mais de mil empresas presentes, o que a gente percebeu é que a inteligência artificial começou a fazer parte do dia a dia do ecossistema varejista. Deixou de ser uma promessa e passou a ser uma aplicação real com ROI mensurável”, destacou Gibotti.
Marcelo Vienna também ressaltou o papel da IA como ferramenta para auxiliar os processos de decisão, destacando que a tecnologia não vai substituir o elemento humano, mas sim agilizar tarefas repetitivas.
“Um dos maiores aprendizados foi o processo decisório. Você recebe um relatório cheio de dados, em que precisa ler 45 páginas, sendo que a informação decisiva está na página 37. Se tirarmos esse nível de complexidade, temos mais tempo para fazer o que realmente importa”, afirmou.
2 – Retenção de colaboradores
Um dos maiores desafios para o varejo alimentar em 2026 está na contratação de colaboradores. Nesse sentido, a inteligência artificial se torna uma ferramenta essencial para organizar as tarefas da equipe.
“Tem que fazer as pessoas renderem mais, tirando trabalho manual delas ou colocando-as para pensar e não só executar. A gente tem que usar IA para o básico bem feito acontecer”, afirmou Daniel Khouri, Diretor do Máximo Supermercados.
3 – Loja física como espaço de experiência
A NRF mostrou que as lojas físicas deixam de ser apenas pontos de venda e se consolidam como espaços de experiência, em meio à competição com as plataformas digitais.
“Não podemos mais vincular a palavra conveniência aos supermercados, pois o mais conveniente é você tocar no seu celular 4 ou 5 vezes e, depois de alguns minutos, receber o produto na sua casa. O supermercado tem que ser um ambiente de convivência, experiência e confiança”, comentou Gibotti.
Durante a visita a Nova York, Júlio Takano, CEO da KT Arquitetura de Negócios, conversou com a Rock Encantech e destacou que o supermercado do futuro não será um lugar apenas para vender comida, mas sim onde o cliente irá passear.
“O supermercado é um lugar para passear se ele tiver jornada de gôndolas sequencialmente iguais. Se você criar salas entre as prateleiras, você quebra a rotina de apresentação, e o cliente passa a enxergar como paisagem, em vez de ver só pacotes empilhados. A indústria também passa a querer participar de alguma forma, pois cada vitrine é um showroom vivo”, explicou.
4 – Hiperpersonalização entre as prioridades
A hiperpersonalização já havia sido apresentada como foco em edições anteriores da NRF, mas segue ganhando novas camadas, com soluções capazes de identificar perfis de usuários anônimos com alto nível de precisão.
Tudo isso é feito a partir de padrões comportamentais de navegação, com a hiperpersonalização ocorrendo desde o primeiro contato, antecipando preferências e necessidades, sem depender integralmente do histórico de compras.
5 – O varejo como plataforma
A audiência é um dos maiores ativos do varejo moderno, e a NRF deixou claro que não faltam oportunidades para transformar esse público em receita extra para a marca.
A retail media segue sendo uma opção lucrativa, ao exibir publicidade para os shoppers em parceria com a indústria. Porém, outras opções, como o marketplace fechado (gôndola estendida), ajudam a ampliar o sortimento sem pressionar o estoque.
Rock Encantech: a aliada estratégica do varejo
A Rock Encantech une dados, tecnologia e criatividade para encantar clientes e impulsionar resultados no varejo. A empresa é líder em engajamento B2B2C na América Latina, com soluções que conectam negócios, indústrias, varejistas e consumidores em uma jornada de impacto real.
Do conhecimento à fidelização, as soluções da Rock Encantech conectam inteligência e engajamento em cada ponto de contato, tornando o cliente o protagonista da experiência.
Saiba mais sobre as nossas ferramentas no site.





