Vivemos na Era da Informação aproximadamente desde a década de 50. Ela surge como resultado das diversas transformações digitais e tecnológicas, facilitando o compartilhamento de conhecimentos e acesso a dados esclarecedores.
Hoje, a ciência de dados é aplicada em diferentes setores na sociedade. Nos esportes profissionais, por exemplo, as estatísticas são utilizadas para analisar os pontos fortes e fracos de um adversário e definir a melhor estratégia para vencer uma partida.
No mundo do empreendedorismo, não é diferente. Por meio dos dados, a ciência do consumo fornece shoppers insights valiosos, que vão desde o perfil dos consumidores, até os seus principais hábitos de compra, sendo fundamentais para o varejista que deseja se destacar na concorrência e iniciar estratégias mais assertivas.
O que é ciência de dados e ciência do consumo?
“Saber é poder”. A máxima cunhada pelo filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626) permanece atual até hoje. No mundo dos negócios, a ciência de dados é a ferramenta que possibilita que a empresa amplie os seus conhecimentos.
A ciência de dados é o estudo dos dados para extrair shopper insights significativos para os negócios. Ela é uma abordagem multidisciplinar que combina princípios e práticas das áreas de matemática, estatística, inteligência artificial, sociologia, ciência da computação, entre outros.
Já a ciência do consumo é uma área que reúne profissionais com condições de analisar e compreender de forma crítica o consumo, o funcionamento da sociedade e as relações de consumo que nela se estabelecem, sobretudo no que diz o comportamento do consumidor.
Essa análise ajuda os cientistas a fazer e a responder perguntas importantes para o negócio. Por exemplo, por que o produto A é vendido mais que o produto B em determinado dia da semana? Essas informações são valiosas na hora de definir estratégias de atração e retenção de clientes.
Com cada vez mais pessoas conectadas, o volume de shopper insights cresceu muito nos últimos anos. Como resultado, a Harvard Business Review classificou o cientista de dados com uma das profissões mais importantes do século XXI.
Esses dados podem ser coletados de diversas maneiras. De forma geral no varejo, sistemas online como aplicativos e portais de pagamento ajudam a fornecer mais detalhes sobre o perfil desse consumidor.
O que é uma análise de comportamento de consumo?
A análise de comportamento de clientes também é multidisciplinar e envolve conceitos de marketing, psicologia e economia para entender como grupos e organizações escolhem o que vão consumir.
Esses fatores ajudam a entender quais condições influenciam a decisão de compra. São diversas variáveis envolvidas nesse estudo, como a localização da loja, o household da região, a sazonalidade e os concorrentes naquela área.
Conduzir essa análise não significa buscar respostas sobre o que os clientes compram, mas entender o porquê eles compram e como compram.
Os dados permitem diversas aplicações, sendo uma das principais a personalização de abordagem e comunicação com o público, melhorias na experiência do cliente e criação de personas e clusters na base.
Quais dados ajudam a entender o comportamento do cliente?
Estudos indicam que a maioria dos consumidores estão abertos a compartilhar seus dados quando a marca oferece algum benefício. Isso abre um universo de possibilidades, que pode resultar em uma base ampla para analisar o comportamento dos shoppers.
Veja alguns dos dados mais relevantes para entender o padrão de consumo.
Geolocalização
O local em que a pessoa mora e os lugares que ela frequenta pode fornecer insights importantes, como: crenças, valores e aspectos culturais.
Esse dado pode ser obtido com a localização do cliente, permitindo que os varejistas criem campanhas direcionadas adaptadas aos usuários presentes nessa área específica.
Dados demográficos
O Brasil está vivenciando a Era da Transformação Demográfica. De acordo com os dados do Comac e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 1980, a média de membros em uma família era de 4,2. Já em 2020, esse número foi reduzido para 2,8. A projeção para 2030 é de que esse índice seja de 2,6.
No entanto, essas mudanças não acontecem de forma uniforme em todo o país. Por isso, é necessário analisar as informações demográficas na região.
Elementos como: idade, gênero, renda, estado civil e escolaridade são essenciais para a criação de segmentos de automação.
Consumo
Além dos dados citados anteriormente, o histórico de compras do cliente (produtos comprados, frequência e ticket médio) permite que as empresas entendam as preferências e as necessidades do seu público.
Com isso, o varejista pode identificar gaps no mercado, oportunidade de melhorias em processos e mudanças de tendências no comportamento dos shoppers.
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